Um Convite às Consciências
Parece tão óbvio que espanta.
Somos todos irmãos. Não de sangue — de alma. E quem não acredita em alma sabe que sente. Os sentimentos e as emoções — esse universo invisível que todo ser humano carrega — são a alma operando. Com outro nome, mas a mesma realidade.
Somos todos irmãos. Sempre fomos.
Ninguém é inimigo de ninguém.
As histórias do passado são referências de outros tempos — mas os conflitos, as guerras e as divisões ainda existem, e muito. Carregamos feridas antigas como se fossem verdades eternas. E enquanto isso, continuamos repetindo os mesmos ciclos.
É exatamente para isso que existe esta proposta. Não para ignorar o que aconteceu. Mas para oferecer um caminho diferente — onde a consciência de que somos todos irmãos se torna a base de uma paz que não depende de tratados, mas de reconhecimento.
Todo ser humano opera a partir de três consciências: a humanizada, a espiritualizada e a religiosa. Cada uma carrega uma parte da verdade. Nenhuma está errada. Nenhuma é superior.
O problema é que ainda não se sentaram juntas.
Este é o convite: que as três consciências se reconheçam. Que frequentem os mesmos espaços. Que participem de fóruns comuns — sem hierarquia, sem imposição, sem medo uma da outra.
Juntas, apontam para a mesma direção. Para o mesmo Pai. Para a mesma origem.
Quando irmãos se conhecem de verdade — o medo, o receio e o pavor desaparecem. E onde não há medo, há aliança. E onde há aliança, há paz.
Você topa?
Marco Aurélio Martins Vaz
Engenheiro de Comissionamento · Autor de Comissionamento Humano